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Série de mensagens: “A Escolha!” – “A escolha do cego de Jericó” – culto da noite – 12/12/2012

Rio de Janeiro, 12 de Fevereiro de 2012.

 

Local – PIB em Rocha Miranda

Série de Mensagens – “A Escolha”!

Tema – “A Escolha de Cego de Jericó.”

Texto – Marcos 10:46-52.

 

 

“A Escolha do Cego de Jericó”.

 

Introdução:

Temos refletido durante estes dois últimos domingos sobre as escolhas de homens e mulheres que têm suas histórias registradas nas páginas da Bíblia Sagrada. Semana passada nós falamos sobre as escolhas de Geazi e Neemias. Hoje pela manhã falamos sobre as escolhas de Pedro, Tiago e João a cerca da espiritualidade a ser pratica em suas vidas.

Hoje à noite estaremos falando a cerca do conhecido episódio do cego de Jericó. A escolha de um homem a cerca de sua situação de enfermidade e desprezo. Seu nome era Bartimeu, em uma tradução mais ao pé da letra o “filho de Timeu”.

Aquele homem a semelhança de todos os outros mendigos. Ficava à beira das estradas a mendigar o seu sustento pessoal. Haja vista que o mendigo ficava impossibilitado de trabalhar e por consequência deste fato, impossibilitado de ganhar o seu sustento.

O texto de Mateus e Marcos vão dizer que Jesus estava saindo da cidade de Jericó. Quando este homem cego começou a gritar por Ele e pedir a Ele misericórdia de sua atual situação. A multidão começa a reclamar com o cego e manda-lhe calar a boca. Pedindo ao mesmo que não incomodes ao Mestre.

Porém aquele homem estava determinado em seu propósito. Ele continuo gritando até que Jesus ouviu o seu clamor e o chamou a sua presença. Ao estar de frente para o homem Jesus lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?” Homem prontamente respondeu a Jesus: “Mestre eu quero ver!”

Ao escutar a resposta daquele homem, Jesus contempla a certeza de seu coração que havia em Jesus poder para concretizar a cura. E a fé daquele homem ultrapassou apenas o limite da cura. A fé daquele homem proporcionou a Ele um novo nascimento. Ele foi salvo!

A cegueira dele não era apenas física mas também espiritual. Ele estava cego no que tange a sua fé. Ele ainda não havia encontrado a certeza pelo qual ele um mero pecador mortal poderia ter certeza de uma salvação para sua alma cansada e aflita.

Porém Jesus é categórico em afirma que a fé dele o havia curado. Quando lemos o texto apenas nos concentramos no sensacional milagre realizado por Jesus. E nos esquecemos de todo o enredo descrito do texto.

Aquele homem deveria sentir-se tremendamente humilhado e rejeitado pela sua situação. Naquele contexto acreditava que a cegueira era derivada de pecado do mesmo ou dos pais. A discriminação o quanto a sua doença não o permitia a desfrutar de relacionamentos sadios nas mais diversas esferas da sociedade. Sua cegueira não o permitia trabalhar o que aumentava ainda mais sua humilhação. Pois além de cego, ele ainda tinha que mendigar!

Imaginem meus irmãos como devia ser o coração daquele homem. O mix de todas estas coisas o deviam deixar sem esperança, humilhado, sem fé, cansado e um sentimento de depressão profunda a cerca de sua pessoa.

Porém ele ouviu falar de Jesus. É bem provável que tenham falado de Jesus para ele. É bem provável que tenha chegado aos ouvidos dele as maravilhas que Jesus estava realizando andando entre o povo. É bem provável que deva ter lhe chegado ao conhecimento de que Jesus era um rabi diferente. Alguém que praticava a lei, mas que não era igual aos fariseus. Homens de coração duro e enrijecido. Jesus era amoroso. Seu olhar transmitia isso.

E foi ai que brotou em seu coração um raio de esperança e ele se agarrou nesta esperança. E começou a clamar pelo filho de Davi. Ele agarrou na opção que ele tinha e se segurou nela. E enquanto não obteve uma resposta de Jesus ele não parou de clamar.

Este homem nos traz alguns ensinamentos tremendos a cerca das nossas escolhas. Vejamos pelo menos três deles:

 

1º Ensinamento – Crer, independente das circunstâncias.

Pensem comigo meus irmãos. Qual deveria de ser a probabilidade que aquele homem teria de conseguir falar com Jesus. Vejamos algumas de suas dificuldades: Ele era cego, existia uma multidão diz o texto ao seu redor, devido a multidão imaginem o tamanho barulho, ainda mandavam ele se calar pois ele era um maltrapilho humilhado e desprezado pelos patrícios

Porém, mesmo contra todos estes obstáculos ele resolveu crer. Ele sabia que sua fé poderia transporta-lhe para um outro patamar em sua vida. Ele não tinha nada a mais para poder segurar sua fé. Não existia um porto seguro para ele. Sua esperança foi plenamente depositada na pessoa de Jesus e somente n’Ele.

Isso é uma grande lição para nós. As vezes tentamos pelas mais diversas formas possíveis nos agarrar em subterfúgios para resolução de nossos problemas. Outros por sua vez vão procurar nas mais diversas religiões há resolução de seus problemas e acabam se desiludindo com as pessoas e as vezes até mesmo com Deus.

Meus irmãos penso eu que aquele homem conseguiu ultrapassar o limite da benção presente. Se Deus o curasse amém. Mas também se Deus não o curasse acho que também seria amém. Porque Ele não creu na cura. Ele creu em Jesus o dono da cura.

As vezes nos frustramos por que estamos crendo não em Jesus. Mas sim em alguma outra coisa que procuramos ter  de benção do dono da benção.

 

2º Ensinamento – Ele clamou!

Meus irmãos uma peça fundamental para a cura daquele cego foi o seu clamor. Nossa cosmovisão de clamor na Palavra de Deus é um pouco tortuosa. Aquele homem deveria estar aos prantos pela estrada gritando com o maior de suas forças ao Senhor e pedindo ao Senhor com toda a vontade, com todo ar que em seus pulmões que atentasse para ele.

Nós helenizamos muito o texto bíblico o envernizando e tirando dele a beleza da humanidade. Achamos que aquele homem fazia uma oração semelhante a nossa. Ao contrário disso aquele homem estava aos berros e levando a Deus o que estava em seu coração.

Nossa concepção de uma pessoa a semelhança deste homem é um ser descompensado emocionalmente. Um ser que está a quem de suas faculdades emocionais. Porém, Jesus não pensou nisso!

Jesus atendeu o clamor daquele homem. Pois Jesus sabe o que se passa por dentro do coração. Aquele homem estava em meio a uma multidão mais se sentia completamente sozinho. Sentia-se completamente isolado.

Minha pergunta a você é: O seu clamor retrata o que esta dentro de seu coração. Ou retrata o que você quer que os outros pensem de você!

 

3º Ensinamento – A maior cegueira não é a física.

A maior cegueira enfrentada por aquele cego não era a física. Mais a maior cegueira enfrentada por aquele homem era a cegueira espiritual. Aquele homem estava distante da pessoa de Deus. Os religiosos não eram e não são capazes de trazer aos homens o sentido de sua vida. E por consequência disto a plenitude de uma vida livre das escamas do pecado.

Existem muitas pessoas hoje estão estado físico perfeito. Porém, estão cegas espiritualmente. Ainda estão cegas pelas escamas do pecado. Suas vidas ainda não possuem o brilho do salvador.

Jesus disse aquele homem: “Sua fé te salvou!” A fé dele salvou-o não da doença. Mas a fé dele no salvador o salvou das escamas do pecado e o livro da ira futura de Deus. Essa salvação trouxe a ele uma paz inigualável. Uma paz sem igual!

 

Conclusão:

Aquele homem não tinha esperança para sua vida. Ele conseguia enxergar não somente pelo fato de não ter visão. Mas ele também não conseguia enxergar por que estava preso pelas escamas do pecado.

Quando soube que Jesus estava passando ele resolveu crer. Quando que Jesus estava passando ele resolveu clamar. Quando soube que Jesus estava passando ele resolveu ser curado não somente da cegueira. Mas também da cegueira espiritual. E você? Quer se ver livre nesta noite das amarras do pecado e sentir a liberdade que há em Cristo Jesus?

Minha sincera oração é que você reflita e que não sai deste santuário sem crer e clamar ao Salvador. Pedindo ao mesmo que o livre desta cegueira e lhe uma nova visão, derivada de um novo nascimento.

Nele, que esta sensível e atento ao nosso clamo:

Pr. Roberto da Silva Meireles Rodrigues.

 

 

 

 

 

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